O que é Home Care?

RESUMO

A medicina domiciliar é um termo genérico para um conjunto de procedimentos hospitalares que podem ser feitos na casa do paciente. Aplica-se a todas as etapas do cuidado do profissional de saúde, na prevenção, no diagnóstico e no tratamento de doenças, bem como nos procedimentos de reabilitação. Justifica-se este estudo devido ao fato de que o serviço de Home Care está crescendo em todo o Brasil, e pelos benefícios trazidos através de sua equipe multiprofissional, proporcionando ao paciente e seus familiares um atendimento individual, o que contribui para uma melhora na sua qualidade de vida. A presente pesquisa tem por objetivos, investigar, a partir da pesquisa bibliográfica, e informar aos profissionais da área de saúde, sobre alguns aspectos da atuação do profissional da saúde no serviço de Home Care, a fim de mostrar a importância desta prática para o paciente e seus familiares.  Foi realizada uma pesquisa bibliográfica, do tipo exploratória, apresentando como método de abordagem o dedutivo, e como técnica de pesquisa a documentação indireta. A atenção individualizada e o convívio regular entre o profissional da saúde e o paciente estabelece uma confiança mútua, gerando um diagnóstico e tratamento mais precisos, humanizado e uma cura mais rápida, visto que o profissional ensina não só o paciente, como também toda a sua família a prevenir e cuidar de determinadas doenças e suas sequelas destas.

PALAVRAS-CHAVE: Home Care. Profissional da saúde. Qualidade de vida.

INTRODUÇÃO

A medicina domiciliar é um termo genérico para um conjunto de procedimentos hospitalares que podem ser feitos na casa do paciente. Aplica-se a todas as etapas do cuidado do profissional de saúde, na prevenção, no diagnóstico e no tratamento de doenças, bem como nos procedimentos de reabilitação.
Também conhecida como home care (do inglês, cuidado no lar), a medicina domiciliar abrange desde procedimentos simples, como o tratamento de feridas em diabéticos, terapia intravenosa e fototerapia para recém-nascidos; até outros de maior complexidade, como a internação domiciliar para condições mais graves, nas quais os pacientes não são capazes de se locomover, de fazer sua própria higiene pessoal, podendo necessitar de respiração artificial, terapia nutricional e acompanhamento integral por profissionais treinados.
Longe de ser um luxo ou uma excentricidade restrita a poucos, a medicina domiciliar é mais acessível do que parece e seus custos são cobertos pela maioria dos planos de saúde.
Todo o processo do Home Care se origina do pedido do Médico Assistente ou da Auditoria Médica do convênio. Após análise, o paciente é transferido para sua casa com toda a infraestrutura necessária. Pode ser feita em três níveis de assistência: Alta complexidade – enfermagem 24 horas; Média Complexidade – enfermagem 12 horas; e Baixa Complexidade – apenas para procedimentos de Enfermagem.
Toda a estrutura é montada na casa do Paciente, e não há ônus adicional com a internação domiciliar. A central de atendimento funciona 24 horas com Médicos, Enfermeiros, Ambulâncias e todos os itens que podem proporcionar segurança e qualidade na internação.
O movimento de Home Care surgiu nos Estados Unidos em 1947 na era do pós-guerra. Foi quando várias enfermeiras se reuniram e passaram a atender e cuidar dos pacientes em casa. Somente na década de 1960 é que este movimento tomou mais vulto e a ideia da “deshospitalização precoce” começou a ser levada a sério. Os Hospitais viviam cheios, os leitos não eram suficientes, as filas para internação hospitalar começaram a surgir de todos os lados, a população aumentando cada vez mais, muitos doentes de guerras, os idosos estavam ficando mais longevos precisando cada vez mais de cuidados médicos e de enfermagem e novos Hospitais precisavam ser construídos.
Nesta época surgiram as “Nursing Home”, que existem até hoje, onde o atendimento é realizado principalmente por enfermeiras e direcionado para o idoso crônico terminal. No entanto a demanda para atender outros tipos de pacientes, com diversas patologias era grande. Em vez deste tipo de paciente ficar se recuperando no hospital, ocupando por vezes leitos desnecessariamente, foram surgindo instituições que se propunham a tratar do paciente em casa, operado ou não. Ao contrário, do que os médicos imaginavam em vez de queda, houve um salto de eficiência com este tipo de tratamento, promovendo-se uma recuperação precoce do paciente. Enfermeiras domiciliares foram surgindo gradativamente, agrupando-se e organizando instituições que se propunham a implantar este tipo de atendimento.

FUNÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE NO HOME CARE

Assim como na internação hospitalar, no home care uma equipe formada por vários profissionais está envolvida direta e indiretamente no tratamento e no cuidado ao paciente. No entanto, na medicina domiciliar, como a família acompanha mais de perto o processo, a presença desses profissionais é mais marcante e consequentemente, mais bem aproveitada.
A equipe multiprofissional é formada por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, cuidadores, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, farmacêuticos, além do pessoal de apoio como motoristas e técnicos administrativos entre outros. A função de cada um deles é bem definida.

Médicos

O médico trata, isto é, estabelece, de forma integrada com toda a equipe, a conduta clínica que deverá ser seguida por todos os membros.

Enfermeiros

O enfermeiro cuida, sendo responsável por todos os cuidados pertinentes ao tratamento de forma curativa, preventiva e de reabilitação.

Nutricionistas

O nutricionista é responsável pela manutenção do equilíbrio nutricional do paciente, melhorando as suas condições de resposta ao tratamento.

Farmacêuticos

O farmacêutico trabalha nos “bastidores” e sua função é o controle de qualidade de todos os medicamentos e soluções usadas no tratamento, incluindo aí orientações sobre compatibilidades, interações medicamentosas e estabilidades de cada droga envolvida com a terapia em uso.

Fisioterapeutas e fonoaudiólogos

O fisioterapeuta responsabiliza-se pela manutenção e reabilitação de toda a parte motora e respiratória. O fonoaudiólogo é importante para a reabilitação oral, que envolve fala e deglutição.

Psicólogos e assistentes sociais

O psicólogo cuida da reabilitação e manutenção psíquica do paciente e de seus familiares. O assistente social encaminha e organiza as questões sociais que dificultam a evolução do tratamento e que possam interferir na resposta clínica do paciente, incluindo o contexto familiar.

Todos estes profissionais devem ser especializados no trato com pacientes severamente comprometidos e possuem sólida experiência com pacientes críticos, crônicos e terminais. Essa experiência técnica é fundamental para o bom desempenho do profissional. Entretanto, técnica não é tudo.
Tão importante quanto a competência, estes profissionais devem ter um perfil especial, no qual o amadurecimento, a segurança e o compromisso contam muito e são qualidades essenciais. O profissional deve ser capaz de visualizar o paciente como um todo, envolvendo o contexto familiar, seus valores pessoais, seus sentimentos e suas formas de relações.
O paciente em home care, bem como sua família, algumas vezes já tem percorrido uma trajetória sofrida e mais do que uma técnica absolutamente perfeita, ele precisa ser compreendido e confortado. O profissional, portanto, deve estar preparado para enfrentar uma diversidade de sentimentos. Autocontrole, auto-estima e equilíbrio são características importantíssimas para o domínio desta atividade.

FUNCIONAMENTO DO SERVIÇO HOME CARE

Embora o eixo de toda Internação Domiciliar seja feito pelo pessoal de enfermagem, nutricionistas, assistentes sociais, fisioterapeutas pulmonares e de reabilitação física, além de psicólogos, cabe ao Médico-Assistente a tarefa de indicar o momento exato que seu paciente poderá ir para a Internação Domiciliar. Compete exclusivamente a ele repassar para os outros profissionais de saúde da instituição de Home Care, todas as suas rotinas, os medicamentos, as orientações médicas alem dos exames necessários. Caberá a enfermeira tomar todas as providências pertinentes, indo visitar a casa do paciente, conversar com os familiares, providenciar todos os equipamentos ergonômicos necessários (cama apropriada, postes de soros, bombas de infusão, monitores, oxigênio, e outros) para continuar o tratamento em casa. Estes equipamentos têm que ser compatíveis com a residência da família tornando o ambiente apropriado e apto para continuar o tratamento do paciente. Por critérios de segurança as instituições de Home Care mantém médicos de backup 24 h. durante 7 (sete) dias por semana que poderão ser acionados em caso do Médico-Assistente solicitar ou numa emergência onde ele (a) não estiver alcançável.
O Home Care por vezes é complexo e necessita de uma coordenação com variáveis frequentes e requer uma equipe multidisciplinar especializada para que trabalhem de modo integrado, em perfeita coordenação e “timing”. Para isto são necessários profissionais de saúde mais globalizados, pois os casos irão requerer múltiplas terapias e análise de vários e modernos procedimentos em diversas especialidades, tendo que ter conhecimentos gerais, criatividade e iniciativa para desempenhar com competência seu trabalho.

DA INTERNAÇÃO E ALTA DOMICILIAR

Em geral a própria firma de Home Care se encarrega de conseguir a autorização para a Internação Domiciliar após o preenchimento da solicitação pelo médico-assistente. No entanto é de se esperar que no futuro ocorrerá o momento em que os próprios Planos de Saúde tomarão a iniciativa de redirecionar os pacientes internados para a Internação Domiciliar e não autorizar intermináveis prorrogações de internação hospitalar. De posse da autorização de Internação Domiciliar fornecida pelo Plano de Saúde do paciente e já tendo a enfermeira dado o sinal verde- com todos os equipamentos disponibilizados na residência do paciente – promove-se a transferência do paciente, no caso do Hospital para sua casa.
O Prontuário Médico com os respectivos relatórios e anotações da enfermagem (e dos outros profissionais envolvidos no caso) ficam na casa do paciente a disposição do Médico Assistente. Qualquer intercorrência com o paciente será prontamente notificada e dadas as instruções ou tomadas as medidas que achar oportuna para a resolução do problema e continuação do tratamento ou até de uma eventual re-internação.
Em geral e por enquanto, os candidatos são principalmente idosos oriundos dos Hospitais. Uma pesquisa recente revelou que dos pacientes internados em um Hospital Geral entre 30 a 40% dos casos já possam continuar o tratamento pela Internação Domiciliar. São aqueles pacientes que, já foram operados ou que estão em recuperação devido a uma enfermidade clínica aguda. A Internação Domiciliar está indicado primordialmente para pacientes estáveis; eles podem estar até graves, mas desde que estejam com sinais vitais estabilizados são candidatos à Internação Domiciliar. Se, no decurso da Internação Domiciliar passar para a condição de instável deve-se prontamente reavaliá-lo para uma possível re-internação.
Home Care é uma arte que poucas instituições fazem bem. A parte mais específica e mais difícil do Home Care é a “alta” do paciente. Isto acontece quando a equipe se retira da casa do paciente e transfere os cuidados para o próprio paciente ou para familiares. Todos os detalhes devem ser pormenorizadamente explicados e entendidos pelos “caretakers” (cuidadores). Aqui a resistência dos familiares é significativa. Por isso é necessária muita experiência, eficiência e competência por parte das equipes especializadas em Home Care quanto a alta do paciente.
Como já mencionamos o Home Care beneficia uma gama enorme de pacientes crônicos com diversas patologias. Entre as enfermidades mais recentes, além das mencionadas acima estão: aqueles pacientes que requerem nutrição enteral ou parenteral prolongada, diabéticos debilitados, pacientes com escaras de decúbitos, queimados em recuperação, pacientes pediátricos (prematuros), enfim é cada vez mais crescente o número de doenças que se beneficiarão com o serviço de Home Care. Na medida em que a sofisticação dos aparelhos da área de saúde se desenvolvem com mais rapidez, permitindo que um maior número de pacientes possam ser monitorizados a distância, outras doenças virão se juntar às já existentes.
Após a alta do paciente os sofisticados equipamentos e sistemas tecnológicos de monitorização à distância, que já se encontram no mercado, se necessário, são colocados na casa do paciente para manter a sua saúde e prevenir recorrências.

PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NO HOME CARE

Para a maioria dos pacientes em home care a participação da família na sua recuperação é uma influência positiva, não só do ponto de vista clínico, mas também do psicológico, umas vez que a tendência é sempre uma colaboração mais eficiente entre  profissionais de saúde , família e paciente.
Nos casos de internação domiciliar, isto é, quando o paciente tem uma condição mais grave e alto grau de dependência, a colaboração familiar continua sendo importante, no entanto, seus membros devem se preparar para significativas alterações de sua rotina doméstica. Principalmente nos casos de doenças crônicas ou incapacitantes, a convivência com o paciente pode gerar dor e sofrimento nos entes queridos.
Algumas concessões de privacidade também são necessárias para permitir a presença da equipe de profissionais de saúde dentro da residência. É preciso que um familiar esteja sempre disponível, evitar ausência prolongada e manter o alerta frente a uma possível piora do estado de saúde do paciente.
Tais pressões podem requerer apoio psicológico e por isso o psicólogo ou o assistente social pode, quando necessário, integrar a equipe de home care. Algumas vezes o envolvimento compulsivo da família, a sensação de culpa ou estorvo podem gerar conflitos que afetam a relação com os profissionais e com o próprio paciente.
Além disso, os familiares devem estar conscientes do grau de complexidade da doença e ter noção dos possíveis insucessos do tratamento. Independentemente da evolução do paciente, a família, e sobretudo o cuidador, precisam estar seguros de que estão contribuindo da melhor maneira possível e ciente de que medidas “heróicas”, além de desgastá-las emocionalmente, podem não ter resultado prático.

A IMPORTÂNCIA DE UM DOS FAMILIARES SER O CUIDADOR DO PACIENTE

A figura do cuidador é fundamental no Home Care, principalmente nos casos de internação domiciliar. Essa pessoa deve ser escolhida pela família e se possível deve fazer parte do seio familiar. O cuidador se responsabiliza pelos cuidados básicos que não dependam da atuação técnica de um profissional. Suas tarefas principais são a higiene corporal, a mobilização leito, o auxílio na alimentação, ou seja, todas as ações básicas do ser humano que, no caso, encontra-se impedido de realizá-las.
O cuidador é ainda peça fundamental na comunicação com a equipe profissional, pois é ele que acompanha de perto a evolução da condição do paciente. É desejável que o cuidador seja uma pessoa dócil, interessada em aprender, que supere alguns tabus corporais e que saiba respeitar as questões íntimas do paciente e da família. A escolha do cuidador é, portanto, uma tarefa delicada que deve ser analisada caso a caso, de acordo com a disponibilidade das pessoas envolvidas.
É preciso deixar claro, entretanto, que o cuidador não substitui a atuação do profissional da saúde, embora o mesmo assuma uma série de tarefas, suas responsabilidades possuem limites que terminam no momento em que o paciente passa a necessitar de ações que impliquem conhecimento técnico e prático específicos. Algumas ações requerem avaliação técnica, sendo necessária formação científica que só o profissional tem.
O atendimento domiciliar pode ser utilizado por pacientes que não necessitam de estrutura hospitalar, porém que precisam de acompanhamento médico ou de enfermagem, ou de outro profissional da área de saúde. Já a internação domiciliar pode ser encaminhada por médicos, pois exige estrutura hospitalar.

UMA EMPRESA PODE OFERECER ESSES SERVIÇOS PARA SEUS FUNCIONÁRIOS?

Sim, pode oferecer inclusive aos familiares dos funcionários. O custo de utilização dos serviços Home Care é, em média, 40,0% menor que o custo de um atendimento hospitalar. Além disso, um funcionário que possui familiares atendidos nessas condições, apresenta maior produtividade, em razão de uma melhor estabilidade emocional.

VANTAGENS DO HOME CARE

É um serviço que beneficia a todos apresenta diversas vantagens, destacamos algumas:
Para o Paciente:

  •  melhor recuperação clínica;
  •  maior estabilidade emocional;
  •  diminuição do risco de infecção hospitalar, e
  • redução do stress causado pelo ambiente e pela rotina hospitalar.

Para a Família:

  •  reforça o vínculo familiar, e
  •  evita constantes deslocamentos ao hospital.Para a empresa e os planos de saúde:
  •  redução média de 40,0% nos custos em relação ao tratamento hospitalar, e
  •  maior produtividade do funcionário, que pode trabalhar tranquilo com seu familiar bem cuidado.

Para o hospital:

  •  maior rotatividade de leitos, e
  •  otimização dos recursos próprios.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A atenção individualizada, o convívio regular entre o profissional da saúde e o paciente estabelece uma confiança mútua, gerando um diagnóstico e tratamento mais precisos, humanizado e uma cura mais rápida, visto que o profissional ensina não só o paciente, como também toda a sua família a prevenir e cuidar de determinadas doenças e/ou sequelas destas.
A figura do profissional da saúde deve ser resgatada e todos devemos ter o orgulho e a satisfação de participar desse processo. Sendo assim, é de suma importância que estes profissionais tenham uma boa experiência e que sejam capazes de acompanhar a evolução do paciente de maneira direta, além de ofertar aos familiares e cuidadores informações sobre a patologia em questão, e sobre como lidar com este paciente em domicílio. Isto contribui para uma melhor interação paciente-familiar, e consequente melhor qualidade de vida para os envolvidos.
Toda essa filosofia de trabalho está baseada em um remédio caseiro: o carinho da família!

Autoras:

  • Elielma Costa de Andrade (elielma_jp@yahoo.com.br)
  • Dayse Costa Urtiga (daysecostaurtiga@yahoo.com.br)
  • Fabíola Mariana Rolim de Lima (fabiolafisiot@ig.com.br

Extraído de:

https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/medicina/a-atuacao-do-profissional-da-saude-no-servico-de/4455

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